SEMPRE EM GALIZA

17 agosto 2007

Entrar na Garda Civil “require ter clara a idea de España e a súa unidade territorial”

Publicado na categoría: Sen clasificar — riflegz @ 4:03 pm

Entrar na Garda Civil “require ter clara a idea de España e a súa unidade territorial”
Unión Federal de Guardias Civiles volve á carga e chama “traidores do uniforme” á Unión de Gardas Civís de Galicia, que se manifestou favorable a que os cidadáns poidan redactar en galego as súas denuncias

A Unión Federal de Gardas Civís (UFGCS) cualificou hoxe de “traidores do uniforme” a outro colectivo do corpo, a Unión de Gardas Civís de Galicia, en relación coas diferentes posturas que manteñen en torno ao emprego do galego polos axentes.

En nota de prensa, A Unión Federal de Gardas Civís acusa de “traidores do uniforme que portan” aos dirixentes do segundo colectivo, “que miran máis polos seus intereses persoais que polos do propio colectivo” e que di son “meras marionetas do BNG e non se dan conta de que” entrar no corpo “require ter clara a idea de España e a súa unidade territorial”

14 agosto 2007

5000€ de multa por exigir atençom em galego

Publicado na categoría: Sen clasificar — riflegz @ 5:18 pm

Na Galiza de 2007, a exigência de direitos pode ser prática de risco. Que lho digam a Eduardo Álvarez, membro da CIG-ensino, que vem de ser condenado ao pagamento de 200 euros de multa e 5000 de indemnizaçom polo juiz corunhês Fraga Mandián. ‘Vai-se inteirar do que é meter-se com um juiz’, dixo publicamente este ultra espanhol ao saber da queixa interposta por Álvarez. O condenado manifestou onte que a sentença demonstra que ‘há cidadaos de várias categorias’.

O condenado deu umha rolda de imprensa acompanhado da professora Pilar Garcia Negro, que qualificou a sentença por ‘injúrias’ de ‘aberraçom jurídica’. Álvarez manifestou também que ‘estava condenado de antemao’, tras comprovar como se desenvolvia o juízo, ‘plagado de grandes irregularidades’. O professor ficará dous meses sem o seu salário por exigir a um juiz ser atendido em galego, e por denunciar o uso incorrecto da toponímia na documentaçom judicial.
Ofensiva ultra.

A sentença vincula-se com fenómenos recentes no nosso país, que dam conta de certo alporiçamento dos ultras galego-espanhóis. As mobilizaçons de rua dos ‘antiterroristas’, o recente ataque fascista ao CS Revira, ou a chamada à desoediência contra o galego da Uniom Federal de Guardas Civis vam nessa mesma direcçom. Precisamente é esta última associaçom quem está a chamar reiteradamente a intervençons repressivas contra o independentismo, sobretodo coincidindo com vagas de sabotagens políticas.

12 agosto 2007

Comunicado da Revira sobre o atentado sufrido na madrugada da sexta-feira

Publicado na categoría: Sen clasificar — riflegz @ 11:36 pm

Na madrugada da passada sexta-feira o Centro Social A Revira de Ponte Vedra foi atacado mediante um incêndio provocado. Só um rápido aviso d@s vizinh@s da zona aos bombeiros puido evitar uns danos muito mais graves, tanto do ponto de vista material como do pessoal. Lembramos que a Revira está situada na zona velha da cidade, onde a maior parte das casas som muito antigas, com interiores de madeira e, lógicamente, habitadas.

A intensa actividade na rua que vem desenvolvendo nos últimos meses a A.C. Revira provocou as iras de elementos fascistas da cidade, que se bem nom é esta a primeira vez que atacam o nosso centro social, sim o é com umha acçom desta envergadura. O dado mais significativo desta aseveraçom é que um dos elementos que empregárom para provocar o incêncio foi umha faixa que estivo pendurada na Praça da Peregrina até só dous dias antes sob a legenda de “Autodeterminaçom” e que desapereceu misteriosamente, o qual amosa premeditaçom bem calculada. Para mais inri, a mesma tarde do atentado, numerosos associad@s da Revira, junto com outra gente, membros tod@s da Plataforma Antitaurina de Ponte Vedra, enchérom a cidade com propaganda antitaurina, o qual deveu acrescentar as iras deste grupo, que se sentirá envalentonado com o “fervor nacional” que desprendem estas festas tam espanholas.

Desde a Associaçom Cultural A Revira exigimos por parte das autoridades municipais a investigaçom dos factos e localizaçom dos culpáveis. Resulta singelo seguir a pista de quem tivo que adicar algum tempo a despendurar umha faixa colocada a vários metros de altura e numha praça na que há várias cámaras de vídeo-vigiláncia.

Queremos agradecer as mostras de solidariedade expresadas por vários colectivos e pessoas, aos que queremos manifestar a nossa firme determinaçom para seguir trabalhando e organizando-nos desde a nossa comarca para contribuir à construçom nacional da Galiza, defender e promover a língua e cultura galega, o meio ambiente, os direitos da mulher e difundir valores solidários e internacionalistas.

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PLATAFORMA PONTE VEDRA ANTI-TAURINA

Publicado na categoría: Sen clasificar — riflegz @ 10:35 pm

Manifesto PONTEVEDRA ÀNTI-TAURINA

http://pontevedraantitaurina.wordpress.com

Pontualmente e como todos os anos desde a imposiçom das touradas na nossa cidade começou a “Feria Taurina” , umha lamentável exaltaçom da violência, à roda desta festa da tortura. Miles de pontevedreses/as vivem estes dias como um mal inevitável, que se aguarda passe rápido enquanto se suporta com estoicidade. As celebraçons espontáneas do povo nas rúas convivem com esta triste apología da barbárie, com umha expanssom planificada e financiada polo empresariado espanhol, e acelerada há poucos anos.

Mas até aqui chegamos. O dinamismo popular esnaquiçou a pretenssom por associar as festas com as touradas, de tal forma que a imensa maioría da mocidade regeita participar deste bárbaro espectáculo nestes días. Um grupo de colectivos e pessoas decidimos este ano começar a luita para que as touradas passem a ser um mal recordo do passado mais escuro de Ponte Vedra. Opomo-nos a que a nossa cidade seja sede para a realizaçom deste simulacro de volta ao Régime para nostálgicos amantes das torturas legalizadas e fazemo-lo por diversas razons:

1) Como ecologistas comprometid@s com a defesa do médio, denunciamos o trato cruel e inumano que os touros recebem no transcurso desta mal-chamada festa. Durante o percurso da mesma, o touro é desgarrado, mutilado e torturado de diversas formas tentando fazer passar como valentia a crueldade e a violência contra os animais, num alarde de cinismo hipócrita.

2) Opomo-nos radicalmente a esta festa por estar indisolublemente ligada ao fascismo . Se bem é evidente que nom nasceu com o golpe de estado do 36, lembremos como é que era chamada durante a Ditadura franquista: “La Fiesta Nacional”. Também como o regime favoreceu a impossiçom desta “tradición castiza” no nosso país, com um fracasso estrepitoso. Ao mesmo tempo, a composiçom ideológica dos sectores que assistem normalmente a estes actos nom mudou em grande medida: Segue a ser o ponto de encontro da direita espanholista, a sua festa estrela do ano, com todos os matizes que se queiram.

3) Constitui umha “festa” imposta, espanholizante, alheia à nossa cultura. Pesia os innumeráveis intentos por introduzir as touradas como parte da impossiçom da cultura espanhola, tam só existe umha praça no nosso país, propriedade dumha empresa madrilenha. A populaçom galega declára-se num 80% alheia às touradas , tal e como amostram as enquisas, e o fracasso continuado das touradas itinerantes no último século evidência a total oposiçom a esta apologia do martírio animal.

4) As touradas som umha festa marcadamente machista, como se pode analisar na figura do toureiro (no 99% dos casos sempre homem), quem sai teoricamente a demonstrar o seu valor ante um animal mui perigoso, apresentando-se como o cúmio da galhardia e da chularia, como o epítome do macho ibérico. Por suposto, a plataforma nom defende a igualdade de sexos à hora de protagonizar esta festa macabra, mas a sua completa erradicaçom.

Por todo isto, Ponte Vedra Ànti-taurina fai um chamado ao conjunto das forças sociais conscientes desta cidade para mobilizar-nos em contra deste vergonhento show, para atingir-mos a seguinte tavela de vindicaçons ante as diferentes administraçons:

Deputaçom de Ponte Vedra

- Denunciamos a cumplicidade da Deputaçom de Ponte Vedra com estas festas, sendo a principal acreedora de cartos públicos a umha iniciativa privada e brutal como som as touradas. Nom é tolerável que semelhantes práticas sejam subvencionadas com cartos de tod@s nós , no lugar de ser investidas noutras iniciativas sociais e culturais de necessidade.

Concelho de Ponte Vedra

- Declaraçom de Ponte Vedra como “Cidade Ánti-taurina”, e “Amiga dos Animais” deixando claro que a celebraçom destes eventos nom está bem vista.

- Cese imediato de calisquer colaboraçom com a empressa proprietária da praça , “Plazas y Toros S.L.” , assi como das posíbeis ajudas públicas, sejam directas ou indirectas para com ela.

- Estudar e promover a expropiaçom e reconverssom da Praça de Touros num Coliseu para actuaçons e espectáculos exclusivamente culturais e musicais, capaces de atraer um turismo de qualidade e alternativo ao actual efecto-imám que cada verao atrae à nossa cidade a um turista irrespetuoso com a cultura do país.

- Completa supressom das touradas como reclamo turístico . Nem nas páginas web, nem nas oficinas de turismo, nem nas publicaçons do concelho, valoriçando positivamente que tenham desaparezido do programa das festas.

- Erradicaçom do uso de espaços públicos para a promoçom das touradas. Nengum outro evento do ano tem tanta presença na rua como este, e desde logo nom é de recibo que umha iniciativa privada empregue os espaços públicos de forma indiscriminada, sobre todo quando é umha grande difussora de valores como a violência contra os animais, o machismo e o espanholismo.

- Instar á Junta de Galiza a aprobar umha Lei de Protecçom Animal que proibirá de forma explícita as touradas e todos aqueles espectáculos onde se produça a morte ou tortura de animais.

Parlamento e Junta de Galiza:

- Aprobar umha “Lei de Protecçom Animal” que cumpra o anterior, de facto já recolhido na legislaçom europeia e na carta universal dos dereitos dos animais.

Por todo isto animamos-vos a tod@s a participar em todas as actividades que podamos levar adiante nas próximas semanas a partir do dinamismo popular. Esta vergonha tem que rematar já!

STOP TOURADAS!!!

Independentistas sacham campos de golfe em Vigo, Lugo e A Toja

Publicado na categoría: Sen clasificar — riflegz @ 12:30 pm

Esta madrugada três grupos de independentistas actuavam contra os campos de golfe de Vigo, Lugo e A Toja. O método utiliçado: o sacho. Esta ferramenta de trabalho foi a empregada nos três campos para denunciar, segundo dim os comunicados difundidos através de galiza.indymedia.org, o processo de turistificaçom do País.

Os activistas vigueses escolherom o Real Aero Club. A legenda sachada polos independentistas foi “A Terra é nossa”. Através dum comunicado pendurado em galiza.indymedia.org denunciam que “a destruiçom do nosso território é umha realidade produto da alteraçom de este para deleite e gozo de turistas e burgueses que utilizando a nossa terra como umha colónia nom fam mais que produzir precariedade laboral, destruiçom da terra, especulaçom imobiliaria, invasom cultural…”.

Em Lugo, os activistas sim que lhe puiderom tirar várias fotos a sua acçom. No comunicado lembram que “ainda temos muito que sachar neste País”. Da sachada da Toja nom temos fotografias, mas o comunicado congratula-se do mais que possível retraso dum torneio da “jet-set”.

6 agosto 2007

La AVT exige al Ayuntamiento de Ferrol que retire de sus fiestas el concierto de Banda Bassotti “porque defiende a ETA”

Publicado na categoría: Sen clasificar — riflegz @ 10:14 pm

Consideran que “hace apología del terrorismo” con sus letras y que, a lo largo de su historia, “ha apoyado a ETA y a su entorno”.
La Asociación de Víctimas del Terrorismo (AVT) exige al Ayuntamiento de Ferrol que elimine del programa de sus fiestas el concierto del grupo italiano Banda Bassotti, ya que considera que “hace apología del terrorismo” con sus letras y que, a lo largo de su historia, “ha apoyado a ETA y a su entorno”.

En declaraciones a Europa Press, la delegada de este colectivo en Galicia, Josefina Saavedra, se mostró hoy “muy enfadada” con la inclusión en las fiestas ferrolanas de esta banda y aludió en concreto una de sus canciones para justificar su rechazo.

Se trata del tema ‘Yup La La’ del álbum de 2003 ‘Así es mi vida’, en la que se encuentran versos como ‘Te vitoreamos, ETA/ tú eres el el brazo del pueblo/ grande es tu fuerza/ el pueblo está protegido’. En esa letra también se hace referencia al asesinato del presidente del Gobierno franquista Carrero Blanco (’perseguidor cruel, ahora el castigado ha sido él’) y se asevera que ‘más vale que Madrid y París lo aprendan de una vez/ no se puede oprimir a los vascos eternamente’.

PROTESTA POR INTERNET

Por ello, Saavedra invita a quien se oponga a la actuación de los italianos a reenviar un correo electrónico a la página de la Concellaría de Cultura, en el que se pregunta si “vas a dejar que financien a ETA con tus impuestos” o si “vas a contribuir a que se repitan” unas fotos de atentados de ETA. Asociaciones como Peones Negros de A Coruña, Coruña Liberal o Vigueses por la Libertad ya se han sumado a la protesta.

Así, añadió que Banda Bassotti, que lleva en activo desde hace unos 20 años, ha colaborado con organizaciones del entorno etarra, como Segui o Jarrai, e incluso ha ofrecido conciertos “para financiar a ese mundo”. Además, explicó que han mandado un correo electrónico y una carta convencional al ayuntamiento “pero no nos han respondido”.

“Ya nos pasó en Santiago, recibimos la callada por respuesta”, aseveró, en alusión a una protesta similar contra al Ayuntamiento compostelano por un concierto del músico vasco –”proetarra”, según la AVT– Fermín Muguruza. Precisamente, Muguruza, tanto en su época al frente de Kortatu y Negu Gorriak como ahora en solitario, ha tocado junto a Banda Bassotti en numerosas ocasiones.

RESPUESTA DEL AYUNTAMIENTO

Por su parte, la teniente alcalde y concelleira de Cultura, Yolanda Díaz, rechazó que Banda Bassotti haga apología del terrorismo e incidió en que no entrarán “en esas cuestiones”. “Comulgan con una ideología comunista, no tienen nada que ver con el terrorismo”, aseveró.

En declaraciones a Europa Press, Díaz, de Esquerda Unida, argumentó que el objetivo de su departamento es “garantizar la pluralidad” y propiciar que “todo el mundo se exprese libremente”. “Por su puesto, también la AVT se puede expresar libremente, respetamos su posición”, afirmó.

No obstante, hizo un llamamiento a la prudencia a la hora de “emitir juicios públicos sobre el terrorismo” y recalcó que en un sistema democrático es “fundamental garantizar la libertad”. Por último, resaltó a Banda Bassotti como un grupo de nivel internacional que actuó en muchas ocasiones en Galicia y en el resto de España.

2 agosto 2007

CAMBIO DE GOBIERNO EN NAFARROA

Publicado na categoría: Sen clasificar — riflegz @ 9:52 pm

El PSN confía en que Ferraz avale su nuevo giro negociador

La dirección del PSN dio anoche un nuevo giro en su ya casi incomprensible actuación político-institucional. A través de un comunicado remitido a los medios de comunicación, informó de que deja en manos de la Ejecutiva Federal del PSOE la «posible constitución de un gobierno de cambio» en Nafarroa. Ese hipotético acuerdo estaría basado en la propuesta del 5 de julio, que NaBai e IU ya rechazaron, en la que el PSN se reservaba 9 de las 12 carteras del Gobierno.

De sorpresa en sorpresa. Así se viene moviendo la dirección del PSN desde el pasado 27 de mayo, cuando, con la ilegalización de la izquierda abertzale por medio, los resultados electorales dibujaron un Parlamento en el que UPN y CDN no alcanzaban la mayoría absoluta y el partido que dirige Carlos Chivite quedaba como tercera fuerza, tras Nafarroa Bai, pero con el compromiso de esta coalición y de IUN de aupar a Fernando Puras a la Presidencia del Ejecutivo de Nafarroa.

Prácticamente desde la noche electoral, Puras asumió públicamente su nombramiento in pectore, pero las negociaciones con la coalición que lidera Patxi Zabaleta se fueron eternizando, lo que en principio se achacó al típico tira y afloja que precede a cualquier pacto político. Pero, tras el parón sanferminero, el 16 de julio el PSN daba por enterrada la posibilidad de formar «un gobierno de cambio» y NaBai constataba que no había voluntad real por parte de sus interlocutores para llegar al acuerdo.

Dos semanas después de aquella ruptura es difícil saber qué es lo que pretende la dirección del PSN con su nuevo giro, si bien parece forzado por las múltiples voces que se han levantado en las últimas semanas en el seno de partido en contra de dejar el Gobierno en manos de Miguel Sanz.

En la «declaración política» de ayer, se lee que la Comisión Ejecutiva Regional «manifiesta su criterio favorable para la posible formación de un gobierno de cambio, convivencia y progreso con NaBai e IIU, y expresa su confianza en que la Comisión Ejecutiva Federal (del PSOE), a quien estatutariamente corresponde la decisión, dé su respaldo a esta alternativa».

Y se resalta que ha adoptado esa decisión una vez «oídos el Comité Regional, los secretarios generales de las agrupaciones, los alcaldes y portavoces municipales, y los representantes del partido en las reuniones de zona». Para corroborarlo, minutos después el grupo parlamentario hizo pública otra «declaración» en la que ratificaba «por unanimidad» su apoyo a la decisión adoptada por la Ejecutiva.

También fue rápida la respuesta de la dirección del PSOE, aunque llegó de forma no oficial. En declaraciones a Europa Press, fuentes de la Ejecutiva Federal aseguraron que «no han variado las circunstancias que posibiliten un entendimiento con Nafarroa Bai». La misma agencia añadía que esto significaría que la dirección del PSOE no avala el acuerdo de la Ejecutiva del PSN.

Y si bien la decisión final queda en manos de Ferraz, lo que está claro es que NaBai recibió como «una buena noticia» este giro en el PSN. Así lo valoró, en declaraciones a GARA, Maiorga Ramírez, quien puntualizó que la coalición había conocido la declaración de la Ejecutiva del PSN a través de los medios.

NaBai, dispuesta a dialogar

Paradójicamente, el comunicado en cuestión comienza señalando que «la Comisión Ejecutiva Regional ha conocido la posición actual de NaBai e IU respecto de la propuesta formulada el 5 de julio para la posible constitución de un gobierno de cambio para la convivencia y el progreso en Navarra». Y, además, «entiende que los acuerdos susceptibles de ser alcanzados sobre esa base se ajustan al programa electoral de nuestro partido, y responden correctamente a las expectativas de cambio ofrecidas por el PSN-PSOE y demandas por la ciudadanía».

La citada propuesta del 5 de julio -según explicó en su día el coordinador general de IUN, Ion Erro- recogía la pretensión del PSN de quedarse con nueve de las doce consejerías del futuro Gobierno, además de la Presidencia en manos de Puras, dejando a NaBai con dos y a IUN con una. El PSN dio una interpretación más compleja: el PSN sólo se quedaría con dos carteras, dejando otras dos a NaBai y una a IUN, pero, eso sí, las siete restantes recaerían en personas elegidas directamente por Fernando Puras.

Preguntado anoche por este diario, Maiorga Ramírez comentó que NaBai no ha cambiado de opinión sobre aquella propuesta. No obstante, indicó que lo importante ahora es retomar las conversaciones.

SIMBOLOGIA FASCISTA FORA!

Publicado na categoría: Sen clasificar — riflegz @ 7:18 pm

Fora colocado en 1977
Os cedeirenses deixarán de ver o monolito que homenaxeaba a Franco nos xardíns da vila

Coa abstención do PPdeG e os votos a favor do novo tripartito gobernante, PSdeG, BNG e TG, o Consello de Cedeira aprobou retirar a simboloxía franquista de rúas e prazas.
Dous anos despois da propia morte do ditador, en 1977, os veciños de Cedeira viran como lles impoñían unha escultura en homenaxe a Francisco Franco nos xardíns da localidade. Gobernaba daquela o ex alcalde conservador Leopoldo Rubido e asistira á inauguración o ex ministro franquista Fernández de la Mora, quen ademais fora nomeado fillo predilecto do Concello. Rubido, que gobernou o Concello até hai poucas semanas, non asistiu ao pleno que esta semana votou a decisión.

Non puido ser até a altura de 2007 cando o recente cambio de goberno no municipio conseguiu botar adiante unha moción, aprobada no pleno deste mércores, que estabelece a retirada de toda a simboloxía franquista de rúas e prazas. “Á fin se suprimen todo o que exaltaba a persoas e feitos que atentaron contra as institucións democráticas”, felicitaba o novo rexedor, o socialista Xosé Luís Vergara, despois da aprobación. No lugar que está o monolito franquista, o novo goberno cavila colocar unhas rochas en homenaxe á “rica xeoloxía” do lugar.

TOURADAS FORA/CORRIDAS FUERA

Publicado na categoría: Sen clasificar — riflegz @ 4:45 pm

Hoje,quero deijar-vos este texto que atopei em internet para os que ainda defenden ou nom lhes importa essa terribel “arte” chamada “corridas”.Ja nom nos imos meter se é umha parte mais da colonicaçom espanhola,que o é,pero penso que é máis importante que isto desaparezca de tudo o mundo e nom so da nossa terra.
 TOURADAS FORA!
24 Horas antes de entrar en la arena, el toro ha sido sometido a un encierro a oscuras para que al soltarlo, la luz y los gritos de los espectadores lo aterren y trate de huir saltando las barreras, lo que produce la imagen en el publico de que el toro es feroz, pero la condición natural del toro es huir NO atacar. También se le han recortado los cuernos para proteger al torero Le colgaron sacos de arena en el cuello durante horas.

Lo golpearon en los testículos y los riñones Le indujeron diarrea al poner sulfatos en el agua que bebió Todo esto es con el fin de que llegue débil al ruedo y en completo desorden. Se le ha untado grasa en los ojos para dificultar su visión y en las patas se le puso una sustancia que le produce ardor y le impide mantenerse quieto, así el torero no desluce su actuación.

Los caballos de los picadores se eligen a caballos que ya no tienen valor comercial, por que el animal muere en 3 ó 4 corridas a lo mucho, es muy habitual que el animal sufra quebraduras múltiples de costillas o destripamientos. Se les coloca un peto simulando que se les protege, pero en realidad se trata de que el público no vea las heridas al caballo que con frecuencia presentan exposición de vísceras.

El trabajo del picador

Si el torero percibe que el toro embiste con mucha energía, ordena al picador hacer su trabajo: Consistente en desangrar al toro para debilitarlo, clavándole en el lomo una lanza que destroza músculos (trapecio, romboideo, espinoso y semiespinoso, serratos y transversos de cuello) Lesiona, además, vasos sanguíneos y nervios.

Esto es para que el torero pueda brindar la expresión artística que se supone debe tener este espectáculo. Un solo puyazo podría destrozar al toro, por eso se hace en tres tiempos “para mayor goce de la afición.”

Las banderillas

Las banderillas aseguran que la hemorragia siga. Se intenta colocarlas justo en el mismo sitio ya dañado con los ganchos de metal. El gancho se mueve dentro de la herida con cada movimiento del toro y con el roce de la muleta, el peso de las banderillas tiene precisamente esa función.

Algunas banderillas tienen un arpón de 8 cm, y se les llama “de castigo”, a las cuales es sometido el toro cuando ha logrado evadir la lanza del picador. Las banderillas prolongan el desgarre y ahondamiento de las heridas internas. No hay límite al número de banderillazos: tantos como sean necesarios para desgarrar los tejidos y piel del toro.

Demostrando Valor

La pérdida de sangre y las heridas en la espina dorsal impiden que el toro levante la cabeza de manera normal, y es cuando el torero puede acercarse. Con el toro ya cerca del agotamiento, el torero no se preocupa ya del peligro y se puede dar el lujo de retirarse del toro después de un pase especialmente artístico, echando fuera el pecho y pavoneándose al recibir los aplausos del público Cuando el toro alcanza este estado lastimero, el matador entra en el ruedo en una celebración de bravura y machismo, a enfrentarse a un toro exhausto, moribundo y confundido.

La Espada

El toro es atravesado con una ESPADA de 80 cm de longitud, que puede destrozarle el hígado, los pulmones, la pleura, etc., según el lugar por donde penetre en el cuerpo del animal de hecho, cuando destroza la gran arteria, el toro agoniza con enormes vómitos de sangre. A la hora de matar, si el toro corre con un poco de suerte muere de una estocada, pero no como se piensa de una estocada al corazón si no que la espada penetra pulmones y diafragma, a veces una arteria mayor, y de ahí la hemorragia que se aprecia del hocico y de la boca. A veces mueren ahogados en su propia sangre.

La Tortura sigue

El toro, en un intento desesperado por sobrevivir, se resiste a caer, y suele encaminarse penosamente hacia la puerta por la que lo hicieron entrar, buscando una salida a tanto maltrato y dolor. Pero entonces lo apuñalan en la nuca con el DESCABELLO, otra larga espada que termina en una cuchilla de 10 cm. A pesar de estos terribles tormentos, el animal no suele morir de inmediato por su gran fuerza, pero finalmente cae al suelo, porque la espada a ido destrozando sus órganos internos.

Asesinos Cobardes

La Tortura sigue, lo rematan con la PUNTILLA de 10 cm. con lo que intentan seccionarle la médula espinal, a la altura de las vértebras atlas y axis. El toro queda así paralizado, sin poder siquiera realizar movimientos con los músculos respiratorios, por lo que muere por asfixia, muchas veces ahogado en su propia sangre, que le sale a borbotones por la boca y la nariz.

El Arrastre

Después que le destrozan las vértebras, el toro pierde control sobre su cuerpo desde el cuello hacia abajo, sin embargo hacia arriba se mantiene intacto, por lo que esta conciente de todo el horror y de cómo es arrastrado fuera del ruedo.

Reflexiona

Y piensa si esta tradición irracional tiene su lógica ya en el siglo XXI, o si quiera la ha tenido nunca. El respeto por el resto de animales (no olvidemos que el ser humano también lo es) pasa por algo más que cuidar bien a vuestra “mascota” o salvar alguna especie en peligro de extinción (a la vez que aniquilamos otras muchas especies en nuestro día a día) y quizás el caso de las corridas y encierros de toros sea un buen comienzo para ello.

¿Cómo puedes Ayudar?

No asistas a corridas de toros.
No apoyes a políticos, artistas y comunicadores asociados a esta barbarie.
No consumas productos de empresas que los patrocinen.
Pero lo más importante… Enseña a tus hijos el respeto por los seres vivos.

1 agosto 2007

GZINE DE A.M.I

Publicado na categoría: Sen clasificar — riflegz @ 5:36 pm

Já está na rúa o novo “GZINE” sacado pola Assembleia comarcal de Ponte Vedra da A.M.I que nasce para combinar a labor combativa da nossa organizaçom e a nossa paixom pola música, sendo um fanzine que tem a pretenssom de informar nestes tempos de manipulaçom informativa, alternando textos de formaçom independentista, artigos de tudo tipo interesantes para a juventude revolucionaria galega e entrevistas e novas sobre grupos de interese. Antes de tudo queremos agradezer-lhe a tudos os grupos a súa colaboraçom apresurada para que este fanzine saira antes do 25 de Julho Dia da Patria Galega e sobre tudo a Teri pola correçom quase ao momento dos textos e a Albar que foi o que se encarregou de fazer a tudo correr a maquetaçom e desenho deste fanzine. Neste primeiro número contamos com : -Entrevistas a grupos: KeltOi, Los 3 Puntos e Trapalhada, -1º Parte do Curso de Galego Normativa AGAL -Biografía de Angelic Upstarts -Textos de formaçom -Etc

www.myspace.com/GzineGaliza

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